Ateliê Escrevendo o Futuro

Escrevendo o futuro

Ateliê de criação literária coordenado por Luiz Bras

Nos últimos cem anos, a ciência e a tecnologia começaram a modificar a biosfera e o ser humano de maneira assustadora. Mas esse processo, apesar de muito debatido por filósofos, sociólogos, historiadores e cientistas, raramente aparece na literatura brasileira contemporânea. A proposta é que os atelienses expressem em prosa ou verso nossa inquietação presente com o futuro pós-humano que se aproxima, está chegando, já está aqui.

Temas que serão tratados no ateliê:

– Engenharia genética
– Inteligência artificial
– Nanotecnologia
– Drogas da inteligência
– Conexão cérebro-computador
– Próteses eletrônicas
– Upload mental
– Realidade artificial
– Ciborgues
– Robôs, androides e ginoides
– Cidades, residências e veículos inteligentes
– Catástrofes ecológicas
– Viagens espaciais

Dinâmica:

As pessoas estão cada vez mais interessadas em aprender e compreender os mecanismos da expressão literária. Esse interesse está diretamente relacionado à busca da compreensão mais ampla da vida e da sociedade.

O objetivo do ateliê é estimular, de maneira livre, porém disciplinada, a produção de contos e poemas de qualidade, sobre o futuro.

No primeiro encontro, o coordenador apresentará ao grupo e comentará as principais obras da bibliografia e da filmografia sobre a revolução pós-humana.

Em seguida, a cada encontro será proposto aos atelienses que escrevam um conto ou um poema, que será lido e comentado por todos.

Público-alvo

Escritores iniciantes, com obra ainda em formação, estudantes e pessoas interessadas em aprimorar suas habilidades no uso da linguagem literária.

Duração do ateliê

Quatro encontros quinzenais de três horas cada, com um intervalo de quinze minutos.

Cronograma

11 e 25 de agosto, 8 e 29 de setembro
Sextas-feiras
Das 19h às 22h

Número de participantes

Oito

Material

Caneta e papel sulfite, ou laptop, ou tablet, ou smartphone, ou qualquer nova tecnologia de registro de texto

Investimento

R$ 600 divididos em duas parcelas

Local

Avenida Paulista, 726, conjunto 1.707, 17º andar
Próximo à estação Brigadeiro do metrô

Peço aos interessados que me contatem inbox.

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Luiz Bras nasceu em 1968, em Cobra Norato, MS. É escritor e coordenador de ateliês de criação literária. Já publicou diversos livros, entre eles Distrito federal (rapsódia), Não chore (novela) e MáquinaMacunaíma (contos). Também organizou os três volumes da coletânea de poemas Hiperconexões: realidade expandida, sobre nosso futuro pós-humano.

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Alex Xavier: O ateliê não só nos estimulou a ler e escrever ficção científica, como abriu nossa mente para questões contemporâneas que ampliam nossa visão do mundo e viram de ponta-cabeça nossos conceitos (e preconceitos).

Belise Mofeoli: Bom, se eu fosse uma inteligência artificial, talvez pudesse ligar e desligar meu interesse pelo ateliê do Luiz Bras. Mas não sou. Então, dou-me por vencida pela dependência que os temas abordados me causaram. Você não precisa ser um apaixonado por narrativas futuristas para se encantar com os temas apresentados nas aulas, basta ser um humano vivente neste mundo caótico repleto de cotidianos e seres robóticos, para se embrenhar no “e se?” É o tal mergulho que amplia infinitamente as possibilidades narrativas. Use sem um pingo de parcimônia. Apaixone-se.

Dani Rosolen: Comecei o curso com o pé atrás porque nunca fui muito fã de ficção científica, mas tinha curiosidades profissionais em relação aos temas abordados nas aulas. No fim dos quatro encontros, eu, que nunca entendi muito bem deste mundo, estava escrevendo e falando como louca sobre robôs sexuais, pílulas de inteligência e prolongamento da vida. Foi uma experiência de outro planeta, que só poderia ter sido conduzida com a habilidade e maestria do Luiz Bras.

Fabio Mariano: Atenção, marcianos, temos um problema! Nossa tripulação decidiu permanecer na Terra por tempo ainda indefinido. A decisão foi tomada depois de nosso envolvimento com o Ateliê literário Escrevendo o Futuro, coordenado por um misterioso saturniano infiltrado conhecido aqui na Terra pelo codinome Luiz Bras − suspeitamos que ele se apresente também com outros nomes. As informações obtidas no ateliê nos levaram a novas descobertas sobre o destino do planeta Terra. Entraremos em contato assim que possível.

Francis Toyama: Luiz Bras, capitão da nave estelar Escrevendo o Futuro (e possuidor de olhos biônicos), conduziu-nos com maestria e sensibilidade na fantástica arte da escrita. Uma vez que você embarca, não tem mais volta, é como cair em um buraco negro litero-imaginário.

Gabriel Felipe Jacomel: O Luiz tem a manha. Não foi a primeira vez que o vi reunir ao seu redor pessoas adoráveis em conversas poderosas, mas foi, sim, o meu primeiro ateliê: espanto total. O mais puro mojo. As mais insólitas pajelanças, resultado desse magnetismo que Luiz Bras tem de congregar aquilo que parece ser as pessoas certas, rumo ao vai saber… Certamente, coisa de um ímã implantado.

Gê Martins: Eu participei da primeira turma do ateliê Escrevendo o Futuro. A experiência foi muito positiva, principalmente pela possibilidade de conhecer a diversidade de temas dentro da ficção científica, e também por encontrar uma unidade de escritores abertos a descobrir esse universo sem empinar o nariz para o preconceito. De negativo, só acho que passou muito rápido. Talvez, quem sabe, um curso um pouco mais longo resolvesse essa sensação.

Giovanna Picillo: Participar do ateliê foi como embarcar numa nave para sondar o futuro, agarrá-lo com a imaginação e materializá-lo numa criação coletiva. Experiência tanto mais instigante quanto as pessoas que participaram, feito nosso competente coordenador.

Gláuber Soares: Participar do ateliê Escrevendo o Futuro foi ter acesso ao que há de melhor. Teoria e prática na medida certa, o curso ultrapassa a ficção científica. Luiz Bras, além de profundo conhecedor de FC e das novas tecnologias, domina a literatura, não deixando dúvidas sem respostas.

Mélani Sant’Ana: O ateliê foi uma experiência ótima para mim. Eu nunca tinha participado de nenhuma oficina literária, então nesse período eu consegui estabelecer um ritmo diário de escrita e perder o medo de mostrar meus textos aos outros. Fora que os temas abordados são instigantes e me fizeram pensar mesmo depois que as reuniões acabaram.

Nanete Neves: Como pisciana, tenho muita facilidade em voltar ao passado extraindo dele temas para a literatura que produzo. Mas, para olhar adiante do meu tempo, preciso ser muito provocada e alimentada. Participei do ateliê Escrevendo o Futuro e ele me abriu novos cenários para novas reflexões, em apenas quatro encontros de profundo mergulho nas possibilidades do amanhã.

Nathalie Lourenço: O atêlie Escrevendo o Futuro foi ótimo para explorar e pensar não apenas sobre novos temas, mas também discutir como a tecnologia impacta nossa vida desde hoje. Abriu a cabeça e inaugurou novas vontades de escrever.

Ricardo Celestino: Só tenho pontos positivos a expressar sobre o ateliê. Gostei muito da dinâmica dos encontros, onde todos que escrevem são lidos e todos comentam com cuidado o texto um do outro. As propostas de escrita foram bem coordenadas pelo Luiz, que demonstra ser um grande intelectual da ficção científica brasileira, proporcionando em nós, atelienses, o encanto por esse segmento tão rico da literatura. Luiz também tem uma didática excelente e o cuidado em ler cada palavra de seu texto e explanar pontos positivos e negativos que fundamentam sua escrita, tanto nos encontros presenciais quanto a distância, em nosso grupo do facebook. Por fim, pessoalmente, o ateliê conseguiu direcionar o meu olhar para a produção literária de ficção científica e me fez entender a profundidade de um gênero da literatura brasileira que há muito tempo é banalizado e ignorado por muitos intelectuais.

Sonia Nabarrete: Luiz Bras me ensinou a gostar de ficção futurista, e seu ateliê Escrevendo o Futuro oferece as ferramentas básicas para quem quer escrever nesse gênero. Imperdível.

Toby Tuvia: Para um profissional da memória feito eu − historiador e arqueólogo −, lidar com o passado faz parte do cotidiano. Mas esse horizonte retroativo é muito limitado quando queremos pensar a existência humana. Foi no meio de uma busca profunda que encontrei o ateliê mental Escrevendo o Futuro. Nele vi expandir e implodir a barreira do tempo… Aquelas velhas dúvidas filosóficas: “Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou?” derreteram durante os encontros. No lugar delas pipocaram “Quem és tu? De onde eles vieram? Para onde nós vamos…”

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Buscador

Google Futuro

É preciso tomar cuidado. Muito cuidado.

Você levanta da cadeira e vai ao banheiro lavar o rosto pela terceira vez. Olha as pupilas no espelho, massageia as bochechas. Não está delirando, não.

É madrugada, a cidade dorme.

Você volta ao computador, é preciso continuar o trabalho. É preciso continuar o trabalho e tomar muito cuidado.

Faz duas horas que você está enchendo uma planilha com nomes, eventos e datas.

Datas do futuro.

Desde que apareceu essa nova ferramenta na página do Google, você não para de digitar e beber café, beber café e digitar.

Já pesquisou e anotou o resultado das próximas dez mega-senas. Já sabe quem serão os próximos presidentes da república e quando haverá outro golpe. Outro impeachment, outra ditadura militar. Já sabe quem levará os próximos Oscars, as próximas Copas do Mundo. Já sabe quem ganhará bilhões no show business e quem perderá tudo no mercado financeiro. Quem morrerá primeiro na fórmula um.

Mas ainda não sabe o dia da própria morte, não teve coragem de pesquisar.

Desde que apareceu essa nova possibilidade na página do Google − na barra de ferramentas agora é possível definir hora, dia, semana, mês ou ano também no futuro −, você não para de digitar e beber café, beber café e digitar.

No começo você achou que era piada e comentou com a galera, no grupo do whatsapp: “Vocês viram a nova ferramenta do Google?” Os amigos não entenderam a pergunta. Não havia nada de diferente no buscador. Você comentou com o pessoal do escritório, todos responderam do mesmo jeito. Nada de diferente.

Parece que a nova possibilidade só apareceu no teu laptop.

Então é preciso tomar cuidado. Muito cuidado. Ninguém pode saber.

Em dois dias acontecerá o sorteio da próxima mega-sena, você já tem os números, então o jeito é tentar sossegar esse pulso acelerado, respire, rapaz, em dois dias você saberá a verdade.

O prêmio será de duzentos milhões, isso você já sabe. Mas o nome do único ganhador não aparece em lugar algum.

Você prepara mais uma xícara amarga, antecipando o doce gozo dos duzentos milhões, fazendo planos, uma cobertura em Copacabana, um cruzeiro ao redor do mundo…

Isso se você conseguir esperar dois dias.

Mas você não tem coragem de pesquisar.

Se tivesse, saberia que em exatamente cinco horas e trinta e nove minutos, quando a mercearia da frente erguer as portas e o primeiro poodle mijar no portão de sua casa, teu corpo já estará esfriando e enrijecendo.

Ataque cardíaco.

Café demais.

Anacrônicos

Anacrônicos

Nesse conto de ficção científica, o autor mostra o que acontecerá com o mundo quando nossos entes queridos já falecidos começarem a retornar à vida. O eBook está disponível na loja da Amazon e pode ser lido no smartphone, no tablet e no PC.

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Um século depois de Jung, a humanidade se apropriou materialmente do abstrato conceito de inconsciente coletivo e criou a internet, que Luiz Bras chama brainet. Nesse conto fantástico e futurista vivemos a apropriação do reencarnacionismo kardecista, ou do Juízo Final, enfim, uma divagação distópica sobre a infinitude da vida espiritual atrapalhando o futuro da breve existência humana.
[ Manoel Herzog ]

Da confluência espaço-temporal à perspectiva abismal que nos tira o chão (no melhor estilo da ficção científica), eis um emaranhado de corpos, domínio que se desfaz no indiscernível do grotesco. A realidade ampliou-se ou se estreitou? Não, não se trata de literatura: é ceticismo, paradoxo e aporia. Realidade dentro da realidade, mal pude rever-me no emaranhado dessa trama.
[ Marco Aqueiva ]

Estamos fritos: os mortos voltaram. Esse conto asfixiante desorganiza nosso entorno, revira o tempo, sobrepõe horrores, marca nossa cara de hoje com o sol de ontem. Mas nem pensem em fugir. Luiz Bras, cada vez mais brilhante, só nos dá como escapatória a linguagem, e o risinho amarelo do sufoco.
[ Maria José Silveira ]

Luiz Bras é um escritor que apreende e compreende a transformação que a ciência e a tecnologia provocam em nosso modo de pensar e sentir, e essa síntese aparece no conto que a gente não segura em papel, e essa volatilidade do texto, que se difunde em aplicativos, mas gruda na gente, torna a leitura mais interessante.
[ Paula Bajer Fernandes ]

Anacrônicos mostra que, na hora de fazer literatura, importa mais a execução do que ter uma boa ideia. Luiz Bras pega uma premissa batida, já vista em ficções anteriores, filmes e séries de tevê, para criar um conto instigante sobre vida e morte. O texto brinca com certa metalinguagem para tornar a sensação da leitura ainda mais estranha, tirando o leitor da zona de conforto para fazê-lo refletir.
[ Ricardo Santos ]

Com uma narrativa ágil, em segunda pessoa, colocando o leitor na posição da protagonista − que se depara com a mãe morta, cotidianamente preparando o mesmo bolo na cozinha de casa − Luiz Bras realiza uma obra que, mais uma vez, funciona como provocação, uma novela curta que se lê com gosto mas também com preocupação.
[ Wilson Alves-Bezerra ]

Uma narrativa tão genial quanto angustiante, capaz de nos fazer reconsiderar a saudade. Dava um romance, mas ficou elegante e completo como conto. Proteja suas unhas, o livro é tenso! Depois de ler Anacrônicos você vai pensar bem antes de desejar o impossível.
[ Belise Mofeoli ]

Anacrônicos é potente, devastador e mordaz. É impossível não se deixar levar pelo feroz imaginário de Luiz Bras e, quase sem perceber, esbarrar em nossos desejos e medos mais profundos. Belo e terrível ensaio sobre a natureza da existência e da interdependência entre os seres. Aos que ainda não leram, só posso dizer: não há tempo a perder.
[ Marcelo Maluf ]

Anacrônicos atinge com um golpe no rosto, ponto positivo para um conto moderno. Em seguida, obriga o leitor a vadiar e a se perder em desconfortáveis planos oblíquos de tempo e espaço, para, finalmente, trazê-lo de volta ao ponto de partida, com um sorriso maroto de quem superou o desafio. Literatura bruta, embora negada.
[ Ricardo Lahud ]

Para além dos elementos borgianos, o conto me remeteu mesmo foi às esculturas da australiana Patricia Pichinini. São figuras super-realistas, hiper-convincentes, de seres quase humanos, mas deformados, ou reformados, pela ciência. Então o espanto do surreal supera o encanto do real. Como os vivos-mortos desse conto, que causam comoção, em seguida estranhamento e enfim repulsa.
[ Leo Cunha ]

Herdeiro legítimo de André Carneiro, Luiz Bras é, no campo da ficção científica no Brasil, o escritor que mais confronta o leitor com o estranho e o inquietante. Em Anacrônicos, não é preciso ter visto a série de tevê Les revenants para apreciar esta exploração desconcertante do tema do redivivo, na intersecção entre a FC e o realismo mágico.
[ Roberto de Sousa Causo ]

O estado da arte na literatura: logo nas primeiras linhas a gente sente a força da escrita de Luiz Bras. Dono de uma linguagem enxuta, elegante e poderosa, o narrador nos conduz para um mundo onde desejaríamos estar. Afinal, quem não gostaria de rever aquele ente querido que partiu? Mas até mesmo no universo de Anacrônicos não existe almoço grátis.
[ Gláuber Soares ]

Uma apavorante narrativa, em que tempo e espaço se desorganizam. Viaje por essa terrível teia de aranha, na qual você se verá enredado a partir da primeira frase. Cuidado. É um caminho sem volta, mas vale a pena arriscar. Mesmo porque você não terá forças nem vontade de largar o conto antes de chegar ao seu espantoso final. É o que acontece quando escolhemos para ler um autor do calibre de Luiz Bras.
[ Jeanette Rozsas ]

Convocatória

Hipercapas

Atenção, ciborgues paz-e-amor, transgênicos transgêneros, androides alienados, ghosts da brain-net, clones nefelibatas, inteligências artificiais de todas as cores & sabores e demais poetas & profetas do pós-humano!

Até o dia 31 de dezembro aceitaremos poemas para a terceira Hiperconexões: realidade expandida (organização: Luiz Bras), que será lançada em 2017.

Querem participar?

1. Escrevam um poema sobre qualquer aspecto do pós-humano.

2. Publiquem o danado em vossa linha do tempo do feicibuqui, marcando o organizador da antologia: Paisagem Personas.

3. Pronto. Bem-vindos sejam ao nosso futuro pós-humano.

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Bibliografia sugerida, pra quem ainda não está familiarizado com o tema:

Hiperconexões: realidade expandida (vol. 1). Coletânea organizada por Luiz Bras. Terracota Editora.
Hiperconexões: realidade expandida (vol. 2). Idem. Patuá Editora.

Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano, de Donna Haraway, Hari Kunzru e Tomaz Tadeu (org.). Autêntica Editora.
Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura, de Lucia Santaella. Editora Paulus.
Homo Deus: uma breve história do amanhã, de Yuval Noah Harari. Companhia das Letras.
Humano pós-humano: a técnica e a vida, de Dominique Lecourt. Editora Loyola.
Muito além do nosso eu, de Miguel Nicolelis. Editora Companhia das Letras.
Nós, ciborgues: tecnologias de informação e subjetividade homem-máquina, de Fátima Regis. Editora Champagnat.
Nosso futuro pós-humano, de Francis Fukuyama. Editora Rocco.
O homem pós-orgânico: corpo, subjetividade e tecnologias digitais, de Paula Sibila. Editora Relume Dumará.
O homem-máquina: a ciência manipula o corpo, coletânea organizada por Adauto Novaes. Editora Companhia das Letras.
Século XXI: homem ou máquina, de Paulo Gustavo de Araújo Cunha. Editora Diversos.